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O peixe-espião

Cientistas suíços criaram robô capaz de se infiltrar em cardumes

 

Nos esforços para conhecer mais sobre a natureza dos animais, cientistas da Escola Politécnica Federal de Lausanne, na Suíça, criaram um peixe robótico. A ideia é observar os animais sem interferir em seu comportamento, para garantir as condições mais estáveis possíveis.

A espécie escolhida para os estudos iniciais foi o peixe-zebra, ou paulistinha (nome científico Danio rerio), que está entre os organismos-modelo mais utilizados na medicina e na ciência. Os robôs se misturam e ficam ‘infiltrados’ nos cardumes que formam para cuidar de suas crias. 

O modelo utilizado ainda não é o ideal: o protótipo tem o mesmo formato, proporções e aparência dos peixes reais, mas não foi miniaturizado como os pesquisadores desejam (ele mede sete centímetros).

Por outro lado, o foco ficou em treinar o robô para que ele se comporte como os peixes reais, desde sua velocidade linear, aceleração, vibrações, ritmo dos movimentos até distância entre indivíduos. Além disso, ele está sendo desenvolvido para se comunicar como o restante do grupo, e se adaptar cada vez mais.

É outro avanço da tecnologia artificial, que está cada vez mais presente em nossa vida. E você, o que acha do peixe-espião?